Em 2001 foi contratada pela Rede Globo e fez a Dorinha na novela Um anjo caiu do céu. Nesse ano de 2002 entrou na novela O Clone como Samara, uma menina emo que quer ser como suas amigas ocidentais.
Em agosto, ela foi protagonista da peça "Açougue de Milho", no Rio de Janeiro, e pelo seu talento com certeza tem um grande futuro pela frente. Em 2003, apresentou a TV Globinho.
Depois, Sthefany interpretou Elis; na novela Agora é que são elas, de Ricardo Linhares, além de atuar no teatro junto com seu irmão Kayky Brito na peça É o bicho - A ordem natural das coisas.
Já em 2004 fez a Dandara em Começar de Novo. Depois de personagens sempre “menininhas”, fez seu papel menos infantil. Em 2006, na novela Páginas da Vida, ela interpretou a patricinha emo Kelly. Pela primeira vez Stephanie faz cenas de amor e, para ganhar mais corpo, virou “rata de academia”.A guria de 17 anos não é emo.
Infelizmente a gostosa ninfeta nao tem nenhum video ou foto mostrando seu físico.
Se encontrava dando o golpe do bau no jogador retardado Alexandre Pato, do Milan, ate o fim de abril de 2010. Desde então vem dando para outro jogador, e esta tentandou roubar tudo que o RetardoPato conseguiu. Pensa em se tornar atriz porno no futuro.
Desde 1995 estudou teatro. Fez vários comerciais de brinquedos e produtos infantis até que, em 1999, passou a integrar o elenco da telenovela Chiquititas, um programa do SBT, como a Hannelore, indo morar na Argentina nesse período.
Em 2001 foi contratada pela Rede Globo, e interpretou a Dorinha na telenovela Um Anjo Caiu do Céu. Ainda em 2001 atuou em O Clone, no papel de Samira, uma menina muçulmana que queria ser como suas amigas ocidentais. Em 2003, apresentou o programa TV Globinho. A seguir, Sthefany interpretou Elis, em Agora É que São Elas, de Ricardo Linhares.
Em 2004 viveu Dandara em Começar de Novo. Já em 2006, interpretou a personagem Kelly na telenovela Páginas da Vida. Em dezembro do mesmo ano foi capa da revista Vip.
No teatro, foi protagonista da peça A noviça rebelde, no Rio de Janeiro, em 2002. No ano seguinte voltou ao teatro junto com seu irmão Kayky Brito, na peça É o bicho - A ordem natural das coisas. Em 2005, atuou no musical Léo & Bia, de Oswaldo Montenegro.
Em 7 de julho de 2009, casou-se com o jogador de futebol do Milan e da Seleção Brasileira, Alexandre Pato, casamento que durou somente até abril de 2010.
Sthefany Brito está passando por um dos momentos mais delicados de sua vida pessoal. Depois de deixar seu país e sua promissora carreira de atriz por amor, ela se vê envolvida em um escândalo mundial.
Tudo começou quando Sthefany conheceu o jogador de futebol Alexandre Pato e os dois se apaixonaram perdidamente. Em menos de dois anos de namoro, acontecia o casamento 'de conto de fadas', em julho de 2009, no Copacabana Palace, Rio de Janeiro. Depois de oficializada a união, o casal foi morar em Milão, na Itália, onde Pato joga, e Sthefany teve que lidar com a saudade de sua terra, de sua família e a falta de seu trabalho na Globo, como diz o próprio advogado da atriz, Ricardo Brajterman, em conversa com o Portal CARAS.
Até que em abril deste ano começaram a surgir boatos de uma possível separação do casal. E os rumores estavam certos. Depois de nove meses de casados, Sthefany e Pato colocavam um ponto final na relação - e tudo indica que a iniciativa partiu do jogador, já que foi ele quem deu entrada no pedido de divórcio.
E como se não bastasse estar passando por este momento difícil, nesta semana repercutiu na imprensa mundial uma entrevista que Sthefany teria dado a uma revista italiana, a Stadio Sport, afirmando já estar namorando outro jogador, o zagueiro brasileiro Marcus Diniz, que também joga na Europa. O que é mentira, segundo Ricardo Brajterman. "Não é verdade. A família ficou chocada com a maldade e inabilidade da revista. Sthefany é uma pessoa do bem, nunca teve atitude antiética e de repente se vê como figura uma promíscua, quando na verdade está abalada e muito triste. Foi de uma maldade atroz", contou o advogado ao Portal CARAS, que entrará com uma ação contra a publicação pedindo indenização por danos morais. "É muito ruim ver a repercussão desta história, envolvendo uma menina do bem, de família, de conduta discreta e postura adequada em uma maldade desse tamanho", continua Ricardo.
O profissional, que também é juiz do Tribunal de Ética do Rio de Janeiro, Presidente da Comissão de Direitos Autorais e Materiais e Entretenimento da OAB e professor de Processo Civil da PUC, não pode dar informações sobre o processo, mas sim "dissipar esses boatos de que ela teria assumido outro romance". "Sthefany largou o país e o trabalho por exigência do marido. Por causa disso, passou a ser dependente dele e se dedicou exclusivamente ao marido. Tomava conta da casa, da faxina da casa... Enquanto ele estava completamente dedicado à vida profissional dele. Enquanto ele trabalhava e, muitas vezes, viajava, ela ficava sozinha em casa e manteve o dever conjugal. A história começou a degringolar quando lamentavelmente ele sofreu a lesão", lembra o advogado. Pelo fato de se ver longe dos campos, às vésperas da Copa do Mundo, "o temperamento afetivo (de Pato) foi alterado, eles passaram a quase não se falar mais e ele saía de casa sem prestar contas."
Agora, Sthefany pretende voltar ao Brasil, mas antes disso tem que resolver pendências na Itália e só depois questões de divisão patrimonial e partilha dos bens serão discutidas. E apesar de ter sido ajuizada a ação, os advogados estão negociando um acordo, ainda segundo Ricardo.
Durante a conversa, o advogado fez questão de falar sobre a responsabilidade da imprensa: "uma especulação como esta pode derrubar a imagem pública de uma pessoa que vive, justamente, da imagem que construiu ao longo dos anos. Foi uma matéria mentirosa. É gravíssimo. Isso pode destruir a vida de pessoas e o responsável deve ser condenado na pena máxima, para que não volte a cometer o mesmo ato negligente", desabafa.
Tudo começou quando Sthefany conheceu o jogador de futebol Alexandre Pato e os dois se apaixonaram perdidamente. Em menos de dois anos de namoro, acontecia o casamento 'de conto de fadas', em julho de 2009, no Copacabana Palace, Rio de Janeiro. Depois de oficializada a união, o casal foi morar em Milão, na Itália, onde Pato joga, e Sthefany teve que lidar com a saudade de sua terra, de sua família e a falta de seu trabalho na Globo, como diz o próprio advogado da atriz, Ricardo Brajterman, em conversa com o Portal CARAS.
Até que em abril deste ano começaram a surgir boatos de uma possível separação do casal. E os rumores estavam certos. Depois de nove meses de casados, Sthefany e Pato colocavam um ponto final na relação - e tudo indica que a iniciativa partiu do jogador, já que foi ele quem deu entrada no pedido de divórcio.
E como se não bastasse estar passando por este momento difícil, nesta semana repercutiu na imprensa mundial uma entrevista que Sthefany teria dado a uma revista italiana, a Stadio Sport, afirmando já estar namorando outro jogador, o zagueiro brasileiro Marcus Diniz, que também joga na Europa. O que é mentira, segundo Ricardo Brajterman. "Não é verdade. A família ficou chocada com a maldade e inabilidade da revista. Sthefany é uma pessoa do bem, nunca teve atitude antiética e de repente se vê como figura uma promíscua, quando na verdade está abalada e muito triste. Foi de uma maldade atroz", contou o advogado ao Portal CARAS, que entrará com uma ação contra a publicação pedindo indenização por danos morais. "É muito ruim ver a repercussão desta história, envolvendo uma menina do bem, de família, de conduta discreta e postura adequada em uma maldade desse tamanho", continua Ricardo.
O profissional, que também é juiz do Tribunal de Ética do Rio de Janeiro, Presidente da Comissão de Direitos Autorais e Materiais e Entretenimento da OAB e professor de Processo Civil da PUC, não pode dar informações sobre o processo, mas sim "dissipar esses boatos de que ela teria assumido outro romance". "Sthefany largou o país e o trabalho por exigência do marido. Por causa disso, passou a ser dependente dele e se dedicou exclusivamente ao marido. Tomava conta da casa, da faxina da casa... Enquanto ele estava completamente dedicado à vida profissional dele. Enquanto ele trabalhava e, muitas vezes, viajava, ela ficava sozinha em casa e manteve o dever conjugal. A história começou a degringolar quando lamentavelmente ele sofreu a lesão", lembra o advogado. Pelo fato de se ver longe dos campos, às vésperas da Copa do Mundo, "o temperamento afetivo (de Pato) foi alterado, eles passaram a quase não se falar mais e ele saía de casa sem prestar contas."
Agora, Sthefany pretende voltar ao Brasil, mas antes disso tem que resolver pendências na Itália e só depois questões de divisão patrimonial e partilha dos bens serão discutidas. E apesar de ter sido ajuizada a ação, os advogados estão negociando um acordo, ainda segundo Ricardo.
Durante a conversa, o advogado fez questão de falar sobre a responsabilidade da imprensa: "uma especulação como esta pode derrubar a imagem pública de uma pessoa que vive, justamente, da imagem que construiu ao longo dos anos. Foi uma matéria mentirosa. É gravíssimo. Isso pode destruir a vida de pessoas e o responsável deve ser condenado na pena máxima, para que não volte a cometer o mesmo ato negligente", desabafa.
